Como Funciona a Injeção Eletrônica

Desde os primórdios da indústria automotiva o sistema de alimentação da mistura combustível e ar parte do bom e velho carburador, que em suma, é um bom sistema de alimentação, mas que não tem a precisão necessária para atender e satisfazer a nova fonte de fatores a que o motor a combustão precisa suprir nestes novos tempos, tais como a emissão de poluentes, a economia e a versatilidade de combustíveis existentes neste final de e início de milênio que estamos. Desde aí, houve a necessidade do aprimoramento dos sistemas de injeção de combustível, existentes desde os anos 50, mas que estavam ainda “engatinhando” visto a larga exploração dos sistemas carburados.

Biz

A Explicação

Por mais eficiente e novo que esteja, o sistema de carburação não têm a capacidade de distribuir exatamente o que o motor precisa da mistura ar/combustível para que haja a combustão perfeita, necessária para que o motor entre em funcionamento. Apesar de ser um sistema que supriu durante bom tempo a indústria auto motora, o carburador é um sistema que depende de regulagem manual, permitindo excessos e vícios que comprometem tanto o sistema automotivo quanto ao que é mais importante nos dias de hoje: o meio ambiente. O sistema de injeção eletrônica permite um maior acoplamento da mistura, distribuindo regulagens de ar/combustível mais perfeitas e uniformes do que a velha carburação.

Como Funciona a Injeção Eletrônica

O Papel do Catalisador

Chamados analiticamente de conversores catalíticos – mais conhecidos por todos como catalisadores, é um componente fundamental para a aposentadoria do carburador, pois é o auxiliar que identifica a quantidade de oxigênio necessária à uma melhor combustão. Nesse breu, existiram a um pouquíssimo tempo os carburadores eletrônicos, cuja difícil regulagem praticamente declarou à extinão do componente.

Modulo

O Sistema Single Point

Esse sistema foi o pai dos sistemas atuais de injeção, baseando-se numa válvula única que se direcionava pelo acionamento do pedal do acelerador, regulando por ele uma maior ou menor admissão de ar, dependendo da freqüência com a qual o sujeito encostava no pedal. O volume de combustível necessário era “despejado” conforme o sensor no eixo da borboleta que controlava o ar pedisse.

Funcionamento do Sistema Atual (Multi-Point)

No sistema atual, não temos uma borboleta única que controla o ar que vai fazer com que o sensor distribua a quantidade combustível “necessária” para que cada bico funcione. Nesse sistema, independente de quantas válvulas seja o motor (4, 8, 12 ou 16), cada injetor recebe pressurização por meio de uma bomba eletrônica, que sempre enviam ao bico uma dose pouco maior do que o necessário, para que o motor possa trabalhar em qualquer regime de rotação – seja baixa  com marchas pesadas; ou alta – com marchas mais leves, e quem faz o controle de quanto de combustível irá para cada válvula é feito pelo injetor. As válvulas da injeção são fechadas eletromagneticamente, fazendo seu movimento natural por impulsos elétricos vindos da unidade de comando, que são controlados por diversos sensores que fecham quando necessário e estornam ao tanque o excedente. Por isso é importante não andar extremamente seco em carros de injeção, pois o sistema sempre precisa de combustível, e, se estiver no limite, pode ser que o que falta de combustível seja o bastante para a queima do controlador.

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Curiosidades

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Comentários

  • Boa noite tenho uma biz125 injeção eletrônica modelo 2010, o problema é que as vezes quando estou andando de quarta macha ela começa fazer um barulho estranho parece que vai rebentar tudo, e enquanto eu não volto para terceira macha ela não para este barulho, alguêm pode mi dar uma ajuda!!

    danubio de souza 27 de maio de 2010 19:54
  • se o barulho so aparece quando vc usa a quarta marcha e bem provavel que seja cambio.

    alexandre 27 de outubro de 2011 14:12

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